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Alegria retornou aos mercados mundiais de ações

Especulação em torno da redução dos juros na Europa e nos EUA anima bolsas, inclusive a brasileira.

Acredite se Puder / 17:31 - 18 de Jun de 2019

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O Stoxx600, índice composto pelas ações das 600 maiores empresas europeias listadas em bolsa, subiu mais de 1,5%, em movimento que foi acompanhado por todas as bolsas da Zona do Euro, que subiram mais de 1%. Nos Estados Unidos, o Dow Jones valorizou mais de 1,4%, e o S&P500 subiu mais de 1%. Tudo por causa das boas notícias, como Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu, admitindo que vai adotar estímulos para favorecer as economias e baixar o custo do dinheiro na comunidade europeia. E também o fato de que aumenta a expectativa na redução dos juros norte-americanos e todos esperam que na reunião do Reserva Federal (Fed) sejam fornecidos sinais sobre o futuro da política monetária. Além disso, Donald Trump revelou que negociadores norte-americanas e chineses já estão se reunindo e tratando dos assuntos que serão discutidos na reunião que será realizada na próxima semana. No Brasil, o Ibovespa voltou aos 99 mil pontos, seguindo o bom humor externo, com o mercado acompanhando de perto os debates na comissão especial para a reforma da Previdência e a alteração na proposta de cobrança da CSLL.

 

Folha’ não faz ações da B3 subirem

O jornal Folha de São Paulo publicou que o relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), estuda rever o trecho da proposta que poderia levar ao aumento da alíquota para a bolsa brasileira. A reportagem é vaga, pois alega que a equipe de Moreira analisa como o trecho foi escrito e, se entender que a instituição será afetada, mudará o texto. Agora a dúvida é: quem é que desconhece o assunto, ou moreiristas ou os jornalistas do jornal paulista. A notícia do aumento da alíquota para 20% provocou forte impacto para as ações da bolsa brasileira, que caíram 5,32% na última sexta-feira. Os analistas do Bradesco BBI chegaram à conclusão de que a elevação da alíquota levaria a um impacto negativo de 7% na projeção para os ganhos da B3 em 2020. Na maior parte do pregão, as ações da bolsa subiram menos de 1%.

 

Remuneração dos acionistas do Bradesco

A diretoria do Bradesco propôs ao conselho de administração o pagamento de juros sobe capital próprio intermediários relativos ao primeiro semestre no valor total de R$ 1,45 bilhão, sendo R$ 0,172536471 por ação ordinária e R$ 0,189790118 por ação preferencial. Se a proposta for aprovada, serão beneficiados os acionistas que tiverem ações do banco no dia 28 de junho, com as ações passando a negociar na forma “ex” a partir de 1 de julho. O pagamento ocorrerá em 15 de julho no valor líquido de R$ 0,146656000 por ação ordinária e R$ 0,161321600 por ação preferencial. Segundo o Bradesco, os juros intermediários propostos representam, aproximadamente, dez vezes o valor dos juros sobre o capital próprio mensalmente pagos, líquidos de imposto de renda na fonte, e serão computados no cálculo dos dividendos obrigatórios do exercício previstos no estatuto social.

 

Desvalorização do Magalu

O Magazine Luiza teve a recomendação reduzida pelo BB Investimentos de outperform para market perform, com preço-alvo de R$ 204,70. Isso significa provável desvalorização de 1,3% sobre os atuais níveis de preço.

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