Advertisement

2019: Ano do Porco. Qualquer semelhança...

Porco é um signo que governa as glândulas, o cérebro e os pulmões.

Empresa-Cidadã / 05 Fevereiro 2019 - 19:52

Siga o Monitor no twitter.com/sigaomonitor

Mais de 1 bilhão de pessoas comemoram, neste 5 de fevereiro, o Ano Novo de 4.717. Na tradição chinesa e de outros povos, predominantemente orientais, este Ano Novo lunar assinala uma importante mudança de ciclo, pois teve início o Ano do Porco, segundo a astrologia tradicional chinesa. A importância deste mudança é potencializada pelo fato de um ciclo completo dos 12 signos estar agora se processando.

Este é um período dedicado a encontros familiares, com viagens para tanto, capazes de movimentar milhões de pessoas, caracterizando um gigantesco deslocamento populacional. Neste Ano Novo lunar, é previsto que se movimentem mais de 400 milhões de pessoas na China.

Além do Porco (de 5 de fevereiro de 2019 até 23 de janeiro de 2020), há outros 11 signos na tradição astrológica chinesa, orientada pelo calendário lunar (Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Carneiro, Macaco, Galo e Cachorro). Cada um com características que são peculiares.

Porco é um signo que traz entre os seus defeitos mais frequentes a irritabilidade descontrolada, decorrente da inveja. É vingativo e sensual. Porco é um signo de personalidade irascível, apresentando-se cercado por uma aura mítica que o destaca. É orgulhoso, mas não é escravo desse sentimento, apesar de exercer quase que naturalmente um domínio sobre as outras pessoas. Fala pouco, sendo muito observador. Sua natureza é desconfiada e arredia

Reservado, nos assuntos do coração, pode ser áspero e rude, pondo de lado a sensibilidade e o romantismo. Apaixona-se com relativa facilidade, mas encontra dificuldades para esconder isso quando leva um fora da pessoa amada. É ciumento e possessivo. Leva a sério suas obrigações, mas não tanto a ponto de perder o sono por causa delas.

Porco é um signo que governa as glândulas, o cérebro e os pulmões, com tendência às manifestações de diabete e de problemas respiratórios. Governa o cérebro... alguma semelhança?

 

Informalidade faz mal à Previdência

Pode parecer um caminho de menor esforço no curto prazo, mas a informalidade no mercado de trabalho faz mal à Previdência. A participação de contribuintes da Previdência entre o total de pessoas ocupadas diminuiu pelo segundo ano seguido. Em 2017 e 2018, a relação entre contribuintes e ocupados passou de 64,1% para 63,4%. Em números absolutos, os não contribuintes passaram de 32,6 milhões para 33,6 milhões, e o total de contribuintes caiu de 59,5 milhões para 58,2 milhões. Os números são extraídos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Em 2018, também segundo o IBGE, a informalidade atingiu o seu maior número, acarretando a menor quantidade de trabalhadores com carteira assinada (32,9 milhões) da série histórica.

Ainda segundo o IBGE, a informalidade atingiu o ápice, com 11,2 milhões de trabalhadores sem carteira assinada, com 23,3 milhões de trabalhadores por conta própria (por alguns chamados de “empreendedores”) e com 6,2 milhões de empregados domésticos. Quanto ao número de desempregados, em 2018, chegou a 12.836 milhões de brasileiros. O número mais baixo de desempregados da série ocorreu em 2014, com 6,743 milhões de brasileiros.

 

Livro dá em árvore?

Árvore de Livros (www2.arvoredelivros.com.br) é um ambiente de leitura estimulante e próximo do universo infantil. A plataforma pode ser utilizada com facilidade e possui um acervo selecionado cuidadosamente para atender desde alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio. Os professores podem acompanhar de perto a leitura efetiva de seus alunos com as ferramentas disponíveis, como os relatórios por turma, os gráficos e o gerenciamento do acervo. É possível sugerir livros e atividades.

 

Paulo Márcio de Mello é professor aposentado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

paulomm@paulomm.pro.br

Siga o Monitor no twitter.com/sigaomonitor